Publicado em:
11/07/2024
Confira a nossa curadoria de notícias, com um resumo dos acontecimentos mais relevantes do mundo da inovação, tecnologia e empreendedorismo!
Nos últimos dois anos, muitas startups tecnológicas que não davam lucro reduziram custos, foram vendidas ou fecharam, mas as focadas em IA prosperaram. O boom da IA, iniciado no final de 2022, contrasta com a crise das startups. Entre abril e junho, investidores injetaram US$ 27,1 bilhões em startups de IA nos EUA, quase metade do total de US$ 56 bilhões arrecadados por startups no período. Isso representou um aumento de 57% em relação ao ano anterior, o maior valor captado em um trimestre em dois anos.
Startups de IA atraem grandes rodadas de financiamento, como a CoreWeave, que levantou US$ 1,1 bilhão, a Scale AI, com US$ 1 bilhão, e a xAI, de Elon Musk, com US$ 6 bilhões. Essas rodadas impulsionaram o setor, segundo Kyle Stanford, da PitchBook. Tom Loverro, investidor da IVP, chama esse período de "Grande Despertar" e incentiva startups a focarem em crescimento, especialmente em IA.
O aumento das taxas de juros em 2022 levou investidores a buscarem investimentos menos arriscados, mas o lançamento do ChatGPT pelo OpenAI em 2022 iniciou um novo boom. Startups de IA, no entanto, enfrentam altos custos de computação, com 22% das despesas destinadas a isso, em comparação com 10% de outras startups de software. Em matéria do New York times, Healy Jones, da Kruze Consulting, observa que, embora as startups de IA cresçam mais rápido, elas precisam de mais financiamento. Investidores veem grandes vantagens no potencial da IA, apesar dos riscos e da concorrência de gigantes como Microsoft e Amazon.
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(Esta notícia foi publicada pelo CanalTech e resumida com a utilização de ferramentas de IA generativa)
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A Campus Party Brasil, considerado o maior festival de tecnologia, criatividade e inovação do mundo, começou na terça-feira (9) e segue até domingo, em São Paulo, e tem como novidade a realização do primeiro Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial (IA).
O fórum visa discutir segurança de dados, ética e impactos sociais e econômicos do uso de IA no Brasil, reunindo especialistas da academia, indústria, governo e sociedade civil. A iniciativa é semelhante ao Marco Civil da Internet, que se tornou lei em 2014. Serão realizados 18 fóruns em 10 estados brasileiros ao longo de três anos, promovendo uma consulta pública e criando memorandos de debate para serem enviados aos presidentes dos três poderes.
Além das palestras, mesas de debate e apresentações de pesquisas, o fórum quer garantir que o Brasil tenha uma lei própria sobre IA, adaptada às suas necessidades, em vez de copiar legislações estrangeiras.
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Uma pesquisa global da Freshworks revela que Índia e América Latina lideram no uso de tecnologia de IA no trabalho. Na Índia, 90% dos profissionais usam ferramentas de IA mensalmente, enquanto na América Latina, 83%. Nos EUA e Europa, esses números são 67% e 71%, respectivamente. As principais tarefas com IA incluem criação de conteúdo (48%), análise de dados (45%) e tradução de texto e áudio (45%).
Conduzido com mais de 7.000 gestores de 12 países, incluindo 1.500 profissionais do Brasil, México e Colômbia, o estudo explora a percepção e o uso de IA no trabalho. TI lidera com 89% de uso mensal, seguido por Marketing com 86%. Outros departamentos têm menor uso: Jurídico (53%), Atendimento ao Cliente (64%), Contabilidade (74%), Vendas (74%) e RH (77%). Globalmente, 76% dos profissionais já utilizam IA no trabalho.
A pesquisa revela que 33% dos profissionais usam o Chat GPT, com números mais altos em TI (41%) e Marketing (39%). Na América Latina, 54% já utilizam o Chat GPT.
A maioria dos profissionais (72%) acredita que a IA traz valor aos negócios, especialmente em TI (84%) e Marketing (80%). No entanto, 69% confiariam mais na IA se os resultados fossem revisados por humanos e acreditam que a IA nunca substituirá completamente os trabalhadores humanos. Além disso, 37% dos trabalhadores dizem que as empresas adotam IA por medo de perder inovações, e 47% dos profissionais de TI relatam que muitos colegas usam IA sem perceber.
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A votação do projeto de lei (PL 2.338/2023) que regulamenta a inteligência artificial (IA) foi adiada pela terceira vez na Comissão Temporária sobre Inteligência Artificial (CTIA) do Senado. O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), justificou que não há pressa para votar, buscando consenso.
O projeto, relatado pelo senador Eduardo Gomes (PL-TO), enfrenta divergências entre setores que querem proteger suas atividades. As audiências públicas expuseram desafios no equilíbrio entre desenvolvimento tecnológico e obrigações impostas aos agentes de IA. Viana afirmou que a votação ocorrerá quando houver o melhor consenso possível, sem atender a todos os críticos.
O substitutivo ao projeto original possui 12 capítulos abordando transparência, crescimento inclusivo, proteções ao trabalho, meio ambiente e direitos autorais. O senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a regulamentação por ser "a mais restritiva do mundo", podendo afastar talentos do país. Já Marcos Rogério (PL-RO) alertou sobre impactos na atividade jornalística, enquanto Rogério Carvalho (PT-SE) enfatizou a necessidade de compromisso com a veracidade das informações.
O projeto cria regras diferentes para sistemas de IA, classificando-os conforme o risco: "excessivo" (proibido), "alto risco" (controlado) ou sem categoria específica.
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